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Museu Nacional Machado de Castro

 

A primeira camada do Museu Nacional de Machado de Castro é constituída pelo criptopórtico romano do séc. I, um trajeto labiríntico e iluminado pelas fundações do forum da antiga cidade de Aeminium. A este juntam-se, pouco a pouco, outros sedimentos históricos como a famosa loggia de Felippo Terzi, os vestígios do claustro da igreja de S. João de Almedina, e a grandiosa Capela do Tesoureiro, de João de Ruão, pertencente à dissolvida Igreja de São Domingos.

As exposições e trabalhos de escultura, pintura, ourivesaria, arte sacra, cerâmica, tapeçaria, e arte oriental, vão-se acomodando e contribuindo para a identidade do museu, como é o caso de “A Última Ceia” de Hodart, patente numa sala com um cenário intimista onde ressaltam as características psicológicas das figuras.

Por todo o museu há ligações à comunidade e ao espaço envolvente, com janelas largas que dialogam com as ruelas, eventos de música, dança, tertúlias, e projetos sociais (como aquele para doentes de Alzheimer).

São todos estes fragmentos arqueológicos e artísticos, cuidadosamente guardados num invólucro arquitetónico moderno embutido na zona histórica da cidade, que fazem do Museu um ícone de Coimbra.

O Museu Nacional de Machado de Castro abriu pela primeira vez ao público em 1913 e homenageia, através do seu nome, o escultor conimbricense, um dos mais notáveis da sua área no séc. XVIII. Foi recentemente requalificado e ampliado, num projeto liderado pelo conceituado arquitecto Gonçalo Byrne, e que lhe valeu o Prémio Piranesi Prix de Rome.da Europa, com a particularidade de ser dedicado ao público feminino, o que o torna ainda mais raro.

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