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O Jardim Salgado da Figueira da Foz


A produção de sal foi durante muitos anos uma importante atividade económica e fonte de desenvolvimento sustentável para a cidade da Figueira da Foz. A exploração artesanal desta atividade - a cargo do marnoto, do moço e da salineira – apresenta características singulares e próprias desta região, aproximando-se dos métodos de produção “atlânticos” (praticados no norte de Espanha e França).

Dos “jardins da Figueira da Foz”, assim chamadas as salinas da foz do Mondego, extrai-se o sal artesanal, rico em magnésio, potássio e outros oligo-elementos, com qualidade superior para temperar, comparativamente ao sal industrializado. Extrai-se também flor de sal, nobre aliado da alta cozinha, e salicórnia, tempero de saladas, pão ou broa.

Durante o séc. XX, chegaram a ser 229 as salinas (ou marinhas) a operar, restando hoje em dia apenas 40 a 50 salinas com produção irregular. O sol e o vento, e a sua natural volatilidade, têm um papel fundamental em todo o processo, tornando a atividade salineira sujeita a alterações climatéricas e, muitas vezes, madrasta dos trabalhadores.

O Núcleo Museológico do Sal interpreta, desde 2007, a história desta matéria-prima, da evolução da atividade e da sua gente, e integra estruturas como um armazém de sal, um percurso pelas salinas, um observatório de aves, e uma rota fluvial em batel típico da região.

 

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