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Castelo da Lousã

Podemos encontrar o Castelo da Lousã na pequena aldeia de Arouce, hoje em dia desaparecida, a 2km de distância do centro da Lousã, na margem do rio Arouce. O primeiro documento que refere o topónimo Arouce (“Arauz”) data de 943 e consiste num contrato entre Zuleima Abaiud e o Abade do Mosteiro do Lorvão. Nesta altura, Arouce detinha maior importância que a Lousã, tendo recebido a construção de um castelo e, mais tarde, em 1151, o foral de D. Afonso Henriques. A data exata da construção do castelo é desconhecida, apontando-se o século XI como mais provável, aquando das reformas de D. Sesnando, que também povoou esta vila. Séculos mais tarde, após ter ganho importância territorial, a Lousã sobrepôs-se à vila de Arouce, e o castelo passou então a ser conhecido como “Castelo da Lousã”.

Ainda sobre este assunto, existe uma lenda que situa o castelo ainda no período romano. Terá sido mandado construir pelo Rei de Conímbriga, Arunce, como local de abrigo para onde pudesse fugir em caso de ataque à cidade - e nada mais estratégico que um local escondido e inesperado no meio da Serra da Lousã. Certo dia, aquando de uma invasão a Conímbriga organizada pelo príncipe cristão Lausus, o Rei parte para o castelo, levando consigo a sua filha Peralta, que durante a fuga se enamora do príncipe Lausus. A história acabaria por não ter um final feliz, com a morte de Arunce e Lausus, e Peralta chorando-os, isolada no castelo. Crê-se que, por isto, “Lausus” esteja na origem do nome “Lousã” e o rio “Arouce” derive, por sua vez, de “Arunce”.

Com vista de fundo para as ruínas do Castelo da Lousã, existe hoje a Praia Fluvial da Sra. da Piedade e um restaurante de cozinha típica portuguesa - o Restaurante "O Burgo" (na foto).
 

 

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